Longa sobre Michael Jackson chegou a US$ 977 milhões no mundo e superou "Oppenheimer" e "Bohemian Rhapsody" no ranking do gênero
O filme "Michael" atingiu neste fim de semana a marca de US$ 977 milhões em arrecadação mundial, o equivalente a cerca de R$ 5 bilhões, e assumiu o posto de maior cinebiografia da história do cinema. A informação foi publicada pela Omelete e repercutida pelo gshow neste sábado (28). Dirigido por Antoine Fuqua, o longa estrelado por Jaafar Jackson ultrapassou a bilheteria global de "Oppenheimer", que estava no topo entre produções baseadas em pessoas reais.
Segundo os números informados pela Omelete, a arrecadação está dividida entre US$ 607,2 milhões no mercado internacional e US$ 370,2 milhões no circuito doméstico. O gshow acrescenta que o longa já havia deixado para trás "Bohemian Rhapsody", antes líder entre as cinebiografias musicais, e cita a Variety como base da atualização do recorde. Isso ajuda a explicar por que o desempenho de "Michael" passou a ser tratado como um novo patamar para um filme biográfico de apelo popular.
A produção acompanha Michael Jackson desde o período do Jackson 5 até o início da carreira solo e aposta no parentesco real entre astro e protagonista como um dos chamarizes do projeto. Além de Jaafar, o elenco inclui Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller, Laura Harrier, Kat Graham e Derek Luke. Com o novo salto de bilheteria consolidado no fim de junho, o filme deixa de ser apenas um sucesso musical e passa a ocupar um lugar central na conversa comercial de Hollywood em 2026.
