
Filme vai ao ar na segunda-feira, mesma data em que a morte da artista completa um ano, e traz registros feitos por ela durante a quimioterapia.
A Globo estreia na próxima segunda-feira, 20 de julho de 2026, duas produções inéditas sobre Preta Gil, na data em que a morte da cantora completa um ano. O documentário Preta – Eu Não Ando Só vai ao ar na tela da emissora logo após a novela Quem Ama Cuida, e a série documental Meu Nome é Preta chega no mesmo dia ao Globoplay. As duas produções integram o projeto Quanto Mais Preta, Melhor.
O filme é construído em cima de imagens registradas pela própria cantora e por pessoas próximas durante os últimos anos de vida dela. Em um dos trechos já divulgados, Preta aparece deitada em uma cama de hospital enquanto aguardava mais uma sessão de quimioterapia. “Coloquei corretivo, blush, batom... Estou toda trabalhada na onça. Estou combatendo o câncer, mas eu sou fashion, sou perua”, diz ela, em uma cena que sintetiza o tom que manteve publicamente durante o tratamento.
Já a série do Globoplay percorre a trajetória completa da artista, da infância à consagração como cantora e empresária, com depoimentos inéditos de familiares e amigos e entrevistas de arquivo. Em um dos trechos, Preta conta que quase recebeu o nome Pedra, escolhido inicialmente por Gilberto Gil por ser o feminino de Pedro, irmão mais velho dela. O pai relembra ainda que enfrentou resistência no cartório: o tabelião tentou convencê-lo a desistir do nome, mas ele insistiu e oficializou o registro como queria.
Preta Gil morreu em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, nos Estados Unidos, em decorrência de complicações do câncer no intestino que tratava desde 2023. As duas estreias marcam a primeira homenagem de fôlego da emissora ao legado da cantora, que se firmou também como uma das vozes mais associadas à defesa da diversidade no país.